10 de julho de 2011

TAKTIKUS 2.0 - União de Sites

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Após um longo tempo parado, com apenas esporádicas atualizações, nós, da Equipe TAKTIKUS decidimos aprimorar o serviço que oferecemos a você que nos acompanha!

A opção foi juntar todos os sites em apenas um. Dessa forma, os sites:
- Palestra Tático
- Santos Tático
- SPFC Tático
- Timão Tático
terão todo o seu conteúdo divulgado apenas no site:

TAKTIKUS - Análise de Jogo

Esperamos assim uma maior participação de você, leitor, para que possamos continuar nossa busca pelo melhor entendimento desse esporte que tanto nos fascina, o Futebol!

Rodrigo Coelho, Guilherme Carinhato e Fernando Graças
Equipe TAKTIKUS

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23 de maio de 2011

Mudança e vitoria importantes!

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(Foto: Ricardo Rimoli)
Finalmente tem início o Campeonato Brasileiro. E o Corinthians consegue um ótimo resultado, já na primeira rodada, frente ao Grêmio, em pleno Olímpico.

Enquanto Alex e Emerson não estreiam, e outros reforços ainda negociam, Tite, põe em campo um time diferente.

Seguindo a análise anterior deste blog (clique aqui para ver) o comandante do Timão resolveu encostar, a princípio, o 4-2-3-1, que, recentemente, não vinha trazendo bons resultados.

O Corinthians veio a campo, então, em um 4-3-1-2, ou como preferirem, um 4-4-2 com o meio campo em losango. Esse sistema, semelhante ao do Grêmio, tem como característica as movimentações ofensivas dos volantes, além da função de enganche do meia armador.

4-2-3-1 ou 4-4-2 losango. Esquema beneficia características do elenco.

Paulinho, Ralf e Ramírez, bem postados, impediram os avanços de Lúcio e Adílson, e as movimentações de Douglas. Morais, se movimentando bastante atrás da dupla de ataque, deu lugar a Danilo, no começo do segundo tempo. Alteração que dificultou a saída de bola gremista, que começava com Rochemback.

O time não encantou, mas fez o suficiente para bater o adversário, fora de casa, e conquistar os primeiros três pontos do campeonato. Os méritos foram do meio campo, que bem postado, impediu o time da casa de criar situações de gol

O sistema usado, ontem, respeita melhor as caracterísiticas do elenco, que hoje, não supre as necessidades de funcionamento do 4-2-3-1, como dissemos em nosso post de semana passada. Talvez esse sistema, com meio campo em losango, também não seja a melhor opção para o time, que têm Jorge Henrique no banco de reservas. Porém foi suficiente para dar a importante vitória ao Corinthians.


Guiherme Carinhato
Equipe TAKTIKUS


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16 de maio de 2011

À espera de reforços para reconstruir o 4-2-3-1

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(Foto: Marcos Ribolli/GLOBOESPORTE.COM)

Após a derrota na final do Campeonato Paulista, frente o Santos, torcedores e mídia trataram de correr atrás de explicações para a derrota corinthiana. Muros amanheceram pixados, estampando o nome de possíveis culpados. Como não poderia deixar de faltar, o nome do técnico, lá estava, com todos os caracteres, a frase clássica: "Fora Técnico", no caso, "Fora Tite!".

Não acredito na culpa de apenas uma pessoa, e acho até que, Tite, pouco tem a ver com a derrota corinthiana.

Para tentar isentar o comandande de culpa, voltarei um pouco no tempo e lembrarei da chegada de Mano Menezes ao time. Após uma ótima campanha no Grêmio, o técnico chegou ao Corinthians com a missão de montar a base que conseguiria o acesso e tentaria as façanhas no ano do Centenário.

Em um ano, a base do time, que perduraria até hoje, ficou pronta. Com o título da Série B e o vice-campeonato da Copa do Brasil, o Corinthians veio forte para tentar a vaga na Libertadores no ano tão esperado. No auge do trabalho de Mano no time, o título incontestável, Campeão da Copa do Brasil, em 2009, arrasando todos os adversários que cruzaram seu caminho.

Esse time, montado por Mano, tinha o 4-2-3-1, até então novo no Brasil, como sistema de jogo. O mesmo esquema o qual o técnico obteve êxito no Grêmio, vice-campeão da Libertadores em 2007. O sistema que obrigava um jogo intenso sem bola, e explorava as qualidades de seus principais jogadores vingou também no Corinthians, e passou a ser regra no Parque São Jorge.

A saída de Mano e o natural êxodo dos principais jogadores da equipe para o exterior enfraqueceram o sistema consagrado. Adilson Batista e Tite, tentaram alterá-lo, mas enfrentaram dificuldades, o último e atual técnico, teve que voltar a jogar nos moldes do 4-2-3-1, porém sem as peças necessárias, foi eliminado na Pré-Libertadores, não apresentando um futebol convincente em nenhuma partida do ano, ainda assim sendo vice-campeão paulista.

A grande chave para essa questão está na movimentação ofensiva dos homens de trás. As investidas de Elias e André Santos eram constantes. Os adversários de frente nem sempre acompanhavam-os, provocando uma grande alteração na estrutura defensiva da equipe adversária, tornando mais fáceis as vidas de Dentinho, Jorge Henrique e até Ronaldo. Hoje, os substitutos destes jogadores não têm a mesma característica, importância e qualidade do que seus antecessores, dificultando o jogo com bola de seus homens de frente.

Contra times bem postados, como o Santos, dos dois jogos da final, Bruno César, Dentinho e Jorge Henrique têm pouco espaço, e consequentemente Liédson tem poucas oportunidades, pois os homens de trás não provocam mais as mesmas alterações nos adversários.

(Foto: Ag. Estado)

Mantendo a filosofia de trabalho de Mano, a diretoria deverá arcar com a vinda de reforços para o Brasileirão. Pelo menos um volante, um meia e um lateral esquerdo, para que o sistema volte a ser eficiente. Caso a direção, novamente, demore para se movimentar no mercado, Tite deverá adotar um novo sistema de jogo para sua equipe.


Guilherme Carinhato
Equipe TAKTIKUS


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23 de abril de 2011

Corinthians - Análise dos Gols - 1º Fase Campeonato Paulista

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Classificado em 3º, na primeira fase, o Corinthians pega o Oeste, pelas quartas de final do Paulistão. O técnico Tite deu declarações confiantes para a segunda fase do campeonato, e que o time provará que crescerá na hora certa.

Pautado em seus testes e observações, Tite teve toda a primeira fase para adequar a estrutura tática deixada por Mano Menezes aos seus costumes e preferências. Mesmo não tendo o desempenho esperado pela torcida, o técnico tem motivos para a confiança depositada em seu trabalho e em sua equipe.

A chegada de Liédson deu mais fluência ao 4-2-3-1, que, por ora, parecia estagnado. Com muita movimentação no setor de ataque, ultrapassagens e lançamentos tornaram-se constantes durante o ano.

Para entender um pouco mais a equipe, fizemos uma análise dos gols da equipe nas 19 rodadas da primeira fase do Paulistão.

Autor
Gols
Assistências
Liédson
10
-
Dentinho
3
2
Paulinho
3
-
Fábio Santos
3
-
Willian
2
1
Ramírez
2
1
Alessandro
1
1
Chicão
1
-
Danilo
1
-
Ralf
1
1
Jorge Henrique
1
-
Paulo André
1
-
Bruno César
1
4
Roberto Carlos
1
-
Edno
1
1
Morais
-
5
Moacir
-
1
Gol Contra
1
-

Com 33 gols feitos, e 12 tomados, o Corinthians foi o dono do melhor saldo da competição, 21. Indicativo de um equilíbrio ofensivo/defensivo da equipe.

Dos 33 gols, Liédson desponta como o artilheiro. 10 gols. Essa marca mostra o perfeito encaixe do jogador no sistema tático. A movimentação do atacante, nesse sistema, é fundamental. Ela abre espaços para que os três meias realizem infiltrações e enfiadas de bola para o próprio atacante. E Liédson tem, aliado a movimentação, o faro de gol.

Podemos constatar outros fatos observando as assistências. Morais e Bruno César, juntos têm 9. Ambos os jogadores se alternaram na titularidade da equipe. Dividiram a camisa 10, e assim como Liédson, são fundamentais à equipe.

No esquema com 3 meias, um jogará mais centralizado, enquanto os outros dois, abertos um em cada lado. O meia mais centralizado, no caso, Morais ou Bruno César, ao longo do campeonato, geriram o ritmo do time, encontrando os espaços abertos pelos companheiros com passes e ultrapassagens. Caso um dos dois tivesse uma maior sequência de jogos, apresentaria melhores números e cairia nas graças da torcida, assim como foi com Bruno César, no ano passado.

No campograma abaixo, mostramos a localização das finalizações da equipe que resultaram em gol. Uma maior concentração em frente da pequena área deve-se as desmarcações de Liédson, em meio a sua movimentação. (Vídeo - Ações Ofensivas - Liédson)

Campograma - Localização das finalizações que resultaram em Gol

O Timão entra em campo, hoje, e Tite terá a chance de provar que conseguiu se aproveitar do processo de treinamento, com observações e testes, extraindo assim, o maior rendimento da equipe, na fase decisiva.

Guilherme Carinhato
Equipe TAKTIKUS

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4 de abril de 2011

ANÁLISE TÁTICA - Botafogo-SP 0 x 0 CORINTHIANS

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(Foto: Célio Messias)
Com alguns desfalques, o Corinthians foi a Ribeirão Preto enfrentar o Botafogo-SP, pelo Paulistão. O jogo foi fraco tecnicamente, com ambos os times tendo poucas oportunidades de gol.

Em síntese, o que se viu no Estádio Santa Cruz foi um Corinthians sem a posse de bola, sofrendo uma forte marcação em sua saída. O Botafogo trabalhava a bola no campo de ataque, explorando as descidas de seu lateral direto, Dida, que se aproveitava da ausência de um jogador corinthiano em seu acompanhamento naquele setor.

Sem Dentinho, Jorge Henrique e Alessandro, o Corinthians começou o jogo no esquema deixado por Mano Menezes. O 4-2-3-1. Cachito Rodriguez era o meia centralizado, enquanto Morais e Willian eram os wingers, pela esquerda e direita, respectivamente. Enquanto Morais e Rodríguez trocavam de posição todo o tempo, abrindo e preenchendo os espaços pela esquerda, o jovem Willian não conseguia fazer o mesmo do outro lado, e o sistema de jogo apresentava um claro desequilíbrio. Moradei, improvisado na lateral direita, não apoiava tanto quanto Fábio Santos, lateral de origem, na esquerda, contribuindo ainda mais para o desequilíbrio.

(Clique na imagem para ampliá-la)
Tite, percebendo que o lado direito do time se encontrava ineficaz, chamou a atenção de seus jogadores, refazendo o sistema tático. Logo com 25 minutos de primeiro tempo, já se percebia um novo posicionamento dos jogadores em campo. O Corinthians jogava, agora, em um 4-2-2-2. Willian deixou a direita e foi jogar ao lado de Liédson. Ele se movimentava, saindo da área, com a intenção de abrir espaços para possíveis lançamentos ao seu companheiro de ataque.

(Clique na imagem para ampliá-la)
Com o passar do tempo, o Botafogo passou a adiantar ainda mais a sua marcação. Rodriguez e Morais, se movimentavam e faziam quebras defensivas necessárias para iniciar o jogo ofensivo do time, mas a falta do último toque, a enfiada de bola, que serviria para desmontar a defesa, nunca aparecia.

No segundo tempo, observava-se uma marcação do time da casa extremamente alta. Além da marcação na saída de bola, a linha de defesa, em alguns momentos, se posicionava próxima do circulo central do campo, levando o ataque corinthiano para longe do gol. Nessas ocasiões, o espaço deixado nas costas da linha de defesa, pôde ser utilizado pelo adversário em infiltrações de meias e atacantes, munidos de passes em velocidade.

Morais, que deveria ser muito útil promovendo as infiltrações, buscava o jogo junto aos volantes, carregando a bola pelo meio campo. O time carecia de um meia armador para abastecer o ataque de movimentação (Liédson e Willian). Bruno César, entrou, talvez tarde. Morais, então, foi jogar mais junto aos atacantes. Enquanto isso, o Botafogo assustava com as descidas de Dida pela direita.

O Corinthians leva um ponto para casa, em um jogo em que detalhes poderiam fazer a diferença. Faltaram recursos ao desfalcado time. Uma bola em velocidade, uma ultrapassagem pela lateral, uma bola parada, poderiam ter mudado o jogo, para ambos os lados.


Guilherme Carinhato
Equipe TAKTIKUS

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3 de março de 2011

Análise das Ações Ofensivas - LIÉDSON

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Liédson, Liédshow, Levezinho... o novo camisa 9 do Timão!
Com sua chegada, não houve nem tempo da Fiel torcida corintiana sentir falta de Ronaldo desde sua aposentadoria.
E nesses últimos anos, entre muitos Souzas, Acostas e Bills, a contratação do luso-brasileiro Liédson deve ser comemorada.
O currículo do atacante de 33 anos fala por si só:
  • campeão paulista pelo Corinthians em 2003;
  • campeão da Taça de Portugal (2x) e da Supertaça de Portugal;
  • artilheiro por 2 temporadas do Campeonato Português;
  • é o jogador estrangeiro que mais fez gols com a camisa do Sportig, 174 gols em 313 jogos;
  • em 14 atuações pela Seleção Portuguesa, fez 4 gols.

Desde que chegou, já foram 7 gols em 5 jogos, uma incrível média de 1,4 gol por partida. Já é o vice-artilheiro do Campeonato Paulista, apenas atrás de Elano, com 8 gols.
Antes de sua chegada, a média de gols por partida da equipe corintiana era de 1 gol por partida. Depois de sua chegada, essa média subiu para 2,6 gols por partida.
Isso porquê Liédson, além de finalizar com ambas as pernas, é um jogador de importância tática, que se movimenta no ataque abrindo espaços para os jogadores que vem de trás. Muito rápido, o camisa 9 sabe se posicionar na grande área e ser oportunista na hora de colocar a bola na rede!

(clique na imagem para ampliá-la)
Analisando suas finalizações, vemos uma predominância de chutes a gol de dentro da grande área. Além disso, seus remates são mais eficientes quando efetuados pelo lado esquerdo do campo (provavelmente devido ao fato do jogador ser destro). Os números mostrados na imagem significam aproximadamente que a cada 2 finalizações, em uma delas Liédson coloca a bola pra dentro do gol.

Agora é esperar que o grande jogador de continuidade a esse ótimo momento, individual e de toda a equipe, esperando que as memórias sombrias tenham ficado perdidas no passado recente corintiano!

Rodrigo Coelho
Equipe TAKTIKUS
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22 de fevereiro de 2011

O Futuro do Corinthians

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Passada a tempestade pós Tolima, o corinthiano pode começar a respirar um ar muito mais leve. Bastou alguns jogos pelo Campeonato Paulista, dentre eles dois clássicos, para o time mostrar uma considerada evolução.

Após a eliminação corinthiana, muitos afirmaram que o ano para a Fiel Torcida seria longo. Ameaças e um contrato generoso da Rússia tiraram Roberto Carlos do time. Lesões tiraram o Fenômeno, que já não era mais capaz de jogar como nos anos anteriores.

Mas Ronaldo não esperou, somente, o aspecto físico o tirar de vez de campo. Esperou também a chegada de um substituto. Liédson.

Após os últimos jogos, o torcedor começa a contestar a triste promessa de que o ano seria longo. Com a chegada de Liédson, o time joga diferente, mostra interesse, se movimenta.

Dentinho e Jorge Henrique vêm recuperando suas formas físicas, e começam a ser novamente ágeis, aproveitando os espaços abertos por Liedson. Com o Ronaldo de 2011, esses espaços não apareciam.

Outro jogador que começa a ser aproveitado é Morais. Após ficar um ano emprestado, ele agora tem a chance de mostrar o bom futebol que apresentava no início de sua carreira. Jogando pelo meio, ele marca a saída dos volantes e troca de posições com Dentinho e Jorge Henrique.

Bruno César, um dos crucificados pela eliminação, pode revezar com os três meias, e adquirindo a confiança do ano passado, ano em que foi especulada sua convocação para a Seleção Brasileira, pode ser muito útil ao longo do ano.

Mantendo o nível de suas exibições, o time chegará fácil à segunda fase do Paulistão. Enfrentará novamente seus rivais, que já foram superados na fase inicial, faltando apenas o confronto contra o São Paulo, dia 27 de março.

(Clique na imagem para ampliá-la)

Guilherme Carinhato
Equipe Taktikus

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13 de fevereiro de 2011

Apresentação

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Apita o árbitro! Está valeeendo!

A partir de hoje, daremos início a um novo projeto, uma ideia criada por dois estudantes apaixonados por Futebol, tática, estratégia.

Está lançado oficialmente o portal da Equipe TAKTIKUSTimão Tático

4-4-2, 3-5-2, 4-3-3...
Mas afinal, o que isso significa?

Com esse blog, pretendemos mostrar, de forma simples e clara, que tática não se limita somente aos muitos números que tanto ouvimos falar por aí, mas se trata de algo complexo e estruturado, decisivo para a vitória ou a derrota do seu time do coração.

Sabemos que o torcedor apaixonado é fanático pelo seu time do coração, e como tal, quer saber de absolutamente TUDO que acontece dentro e fora de campo.
Sabemos também que o assunto TÁTICA, apesar de ser algo fundamental para o desempenho de uma equipe, muitas vezes é tratado como algo secundário, e abordado de forma incompreensível e superficial.

Nosso objetivo é oferecer ao torcedor corinthiano a possibilidade de acompanhar a evolução dos aspectos táticos da equipe do Corinthians. Para isso, abordaremos temas como:

Análises pré-jogo (ex: possível formação inicial, possibilidades táticas e estratégicas, análise da equipe adversária);

Análises pós-jogo (ex: desempenho tático de uma equipe pós-partida – esquema tático, estratégias, sistema ofensivo, sistema defensivo, etc.);

Análise das características de treinadores, jogadores e novas contratações (ex: como Liédson pode jogar na equipe do Corinthians?);

Análise de jogos históricos (ex: análise de partidas importantes para a história do clube – Final do Mundial de 2000).

Esperamos que aproveitem! Obrigado desde já aos leitores, seguidores e amigos!

Rodrigo Coelho
Guilherme Carinhato
Equipe TAKTIKUS – Análise de Jogo
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